SISTEMA
DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS
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Diabetes Mellitus
como doença traçadora para um sistema de vigilância epidemiológica para
doenças crônicas não transmissíveis:
-
Atinge todas as faixas etárias, inclusive a mulher grávida, sem
distinção de sexo, raça e condições sócio-econômicas.
- Trata-se
de uma doença de alta prevalência, que Requer vários procedimentos
para o seu controle. Quando bem controlada evita complicações agudas
e crônicas. Para seu controle é necessário o trabalho de equipe
multidisciplinar.
- Existem
meios cientificamente comprovados para prevenir a doença (diabetes
mellitus tipo 2) e suas complicações agudas e crônicas.
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Está associada a várias outras doenças crônicas não transmissíveis
(hipertensão arterial, doença coronariana e cerebrovascular, dislipidemias,
neuropatias periféricas e autonômicas, lesões renais, levando até
a insuficiência renal crônica terminal, retinopatia diabética.
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A sobrevida tem aumentado significamente o que favorece o surgimento
das complicações crônicas com custos econômicos e sociais elevados.
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A prevalência no mundo inteiro vem crescendo, sendo considerado
pela Organização Mundial de Saúde - OMS, como uma epidemia (estimativas
mundiais para o ano 2000 são de 175,4 milhões de pessoas).
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Dispõe de tratamento clínico definido.
Diante destes fatos
o Diabetes Mellitus representa uma nosologia que para preenche os requisitos
necessários para funcionar como um modelo na área das doenças crônicas
não transmissíveis.
Dados
extraídos do site do Ministério
da Saúde
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